Sorrisos, cores e criatividade transformaram o dia em uma experiência inesquecível de aprendizado e conexão no CRAS de Nova Olinda.
Nesta quinta-feira, 27 de março de 2025, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Nova Olinda foi palco de uma vivência inspiradora: a Oficina Mulheres Arteiras: Aprendendo e Produzindo. O projeto cultural, fomentado pela Lei Aldir Blanc, tem como principal objetivo incentivar o artesanato como ferramenta de socialização, criatividade e empoderamento.
A oficina, ministrada pela artesã Ana Célia, foi dedicada ao ensino da confecção de arranjos de flores, permitindo que as participantes explorassem sua criatividade enquanto aprendiam novas técnicas. Além de desenvolver habilidades manuais, o encontro proporcionou momentos de troca e fortalecimento de laços entre as participantes, tornando a experiência ainda mais enriquecedora.
O Papel do CRAS na Transformação Social
O CRAS foi escolhido para sediar essa oficina devido ao seu papel essencial no acolhimento e fortalecimento de mulheres em situação de vulnerabilidade. Como um espaço de apoio e transformação, a instituição auxilia mulheres que enfrentam desafios como depressão e dificuldades financeiras, oferecendo atividades que estimulam a autoestima e o desenvolvimento de novas habilidades. Oficinas como essa criam um ambiente acolhedor, onde as participantes podem se reinventar e até mesmo descobrir novas fontes de renda.
Artesanato: Uma Ferramenta de Inclusão e Autonomia
Mais do que uma atividade manual, a confecção de arranjos de flores é uma forma de expressão artística e terapia ocupacional. O artesanato não apenas proporciona momentos de bem-estar e socialização, mas também se apresenta como uma oportunidade concreta de geração de renda. Através dessas atividades, as mulheres ampliam suas possibilidades financeiras e conquistam mais independência, reforçando a importância da cultura e do saber popular como instrumentos de transformação social.
Apoio e Reconhecimento
A realização da Oficina Mulheres Arteiras: Aprendendo e Produzindo só foi possível graças ao apoio de pessoas e instituições que acreditam no poder do artesanato para transformar vidas. Nossos sinceros agradecimentos a: Ana Maria, Secretária do CRAS; Keila Alves, Coordenadora do CRAS; Luciene Cardoso, Assistente Social do CRAS; Lilya Sousa, Psicóloga do CRAS; Ana Célia, autora do projeto.
Além disso, expressamos nossa gratidão à Prefeitura de Nova Olinda e à Secretaria de Cultura, que, por meio da Lei Aldir Blanc, fomentaram esse projeto tão significativo, permitindo que ele impactasse positivamente a vida de muitas mulheres.
Depoimento da Professora Ana Célia
A professora e idealizadora do projeto, Ana Célia, expressou sua alegria com o resultado da oficina:
“Ver essas mulheres descobrindo suas habilidades e percebendo que são capazes de criar algo tão belo com as próprias mãos é gratificante. O artesanato não é apenas uma atividade, é uma forma de empoderamento. Espero que essa oficina tenha plantado sementes de confiança e novas oportunidades para cada uma delas.”
Depoimento da Secretária de Cultura Solange Araujo
A Secretária de Cultura de Nova Olinda, Solange Araujo, destacou a importância do projeto:
“O artesanato é uma manifestação cultural que vai além da arte; ele representa identidade, pertencimento e, principalmente, uma oportunidade de transformação social. Projetos como este fortalecem a economia criativa e dão às mulheres da nossa comunidade a chance de desenvolverem seu talento e alcançarem novas perspectivas. Apoiar iniciativas assim é investir no futuro e na valorização do trabalho artesanal.”
Perspectivas Futuras
O sucesso da oficina reafirma a importância de iniciativas voltadas para o fortalecimento das mulheres da comunidade. O artesanato vai além do ato de criar; ele promove bem-estar, socialização e novas oportunidades financeiras, oferecendo esperança e novos horizontes para todas as participantes. Que projetos como esse continuem a ser incentivados e multiplicados, levando arte, aprendizado e transformação a um número cada vez maior de mulheres!
Além disso, um novo edital da Lei Aldir Blanc está previsto para 2025, possibilitando o financiamento de mais projetos como este, fortalecendo ainda mais a cultura, o artesanato e o empoderamento feminino na comunidade.
